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Desde o transplante pioneiro,
como o protagonizado pela ciência do dr. Chistian
Barnard (1967), no Hospital de Groote Schuur, na
África do Sul, o grande problema enfrentado foi o da
rejeição. Atualmente, com os avanços da Medicina,
praticamente fica neutralizada a possibilidade de
rejeição do órgão estranho ao organismo receptor,
desde que se conte com a aplicação de ciclosporina ou
similares.O dr. Jorge Andréa (Anais do ICE, IV vol.) tem interessante posicionamento: "Acreditamos como da mais alta importância a influência vibracional dos respectivos campos do doador e do receptor". Em "O LIVRO DOS ESPÍRITOS", na questão 344, encontramos a informação de que o Espírito se liga ao corpo por um laço fluídico, desde o momento da concepção. Desta forma, cada envoltório físico mantém o padrão vibratório adequado ao seu possuidor. Nos transplantes de órgãos, por dedução, a rejeição se verifica de conformidade com as diferenças vibratórias entre doador e receptor. Aproveitando o ensino da questão 302 do referido livro, somos levados a concluir que "a igualdade dos graus de elevação" dos Espíritos respectivamente doador e receptor de órgãos físicos é questão preponderante para se vencer o problema da rejeição, sem a dependência do quimismo da medicação atualmente aplicável. |
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| O prof. Henrique Rodrigues relatou
(Presença Espírita, set./out. 1988) um caso de
transplante de rins de uma suicida francesa, o qual ainda
nos que leva ao seguinte questionamento: - Uma situação dessas poderia provocar alteração de personalidade no receptor, ele poderia ser influenciado a igualmente se suicidar ? Na verdade, o órgão transplantado não poderia causar uma situação tal. A ótica espírita nos conduz a outras conclusões: 1. O doador desencarnado, por ignorância, mantém-se em confusão quanto à doação, acreditando-se lesado em seu patrimônio pessoal, em vista da retirada do órgão físico que lhe repercute negativamente em seu psiquismo, muitas vezes ao ponto de se sentir mutilado. 2. Conseqüentemente, se não possui desenvolvimento espiritual suficiente para compreender o acontecido, pode sofrer desejo de vingança sobre o receptor, o qual identifica como aquele que lhe prejudicou, que lhe espoliou. 3. Assim, para ele, nada mais lógico do que instaurar, normalmente com auxílio de outros desencarnados em padrão de inferioridade moral, um severo processo de obsessão sobre o transplantado que, se não tratado adequadamente, pode ser levado a desatinos como o suicídio. |
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Os Espíritos nobres
responderem, na questão 951 de "O LIVRO DOS ESPÍRITOS",
que o sacrifício, quando objetiva salvar a vida de
outrem e de ser útil aos semelhantes, é sublime, mas
que só é meritório pelo desinteresse de quem realiza. Francisco Cândido Xavier, em mais de uma oportunidade, disse que os que ainda estão muito apegados às coisas materiais não devem ser doadores de órgãos, porque a doação é ato de desapego. Falou também que a situação do doador, na vida espiritual, "é pacífica, porquanto o fenômeno é igual ao daqueles (...) grandes anônimos, benfeitores da humanidade, que cederem suas vísceras a uma sala de anatomia para benefício dos cientistas". Por outro lado, o receptor estará na situação daquele que adquire "uma sobrevida, determinando moratória de extraordinário valor para ele". (ENTREVISTAS, p. 39-40) |
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